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Diante do Trono 12 - TUA VISÃO

Posted by Odir Macêdo Neto on 23:19 in ,
Belém, 30 de julho de 2009.


Neste sábado, dia 1º de agosto, na Praça da Estação, em Belo Horizonte, MG, às 19 horas, ocorrerá a gravação do 12º CD e DVD do Ministério de Louvor Diante do Trono, intitulado Tua Visão. A vontade de estar lá em BH pra participar dessa gravação é muito grande. Como não posso, fico só na vontade, nas orações e acompanhando esse acontecimento pela web. Mas outros anos virão - em nome de Jesus - e vai chegar a minha hora. Quem tiver a oportunidade de estar lá, aproveite! A entrada é franca e todos podem - e devem - participar! Quem estiver assim, como eu, sem ter como ir, o convite: vamos ficar visitando o hot-site da gravação, acompanhando os detalhes pela internet e intercedendo para que o evento seja mais um marco na história do Ministério e da Igreja no Brasil.

Após a gravação, vamos ficar torcendo pelo lançamento do CD e DVD.

Enquanto isso, deixo a letra da canção que dá título ao CD, junto com o link onde vocês podem ouvir um trecho dela e de outras canções do CD. A música é de composição de Ana Paula Valadão.

Tua Visão

Tua visão pra minha vida
É o que eu quero ter
Os Teus propósitos pra mim
Vou viver
Nenhuma outra ambição
Pra conquistar
Somente uma motivação de te agradar

Limpa o meu coração
Neste mundo mau
Ensina-me a viver Teu reino aqui
Tu me deste Tua vida
Pra que eu não viva mais pra mim
Olhar somente a Ti
Viver só para Ti
Não me perder de Ti

Abraços e até outro tempo...


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(é) Tempo de Continuar

Posted by Odir Macêdo Neto on 13:48 in
Belém, 13 de julho de 2009.

Lembro-me quando estava, no ano passado, lendo algumas entrevistas sobre estudantes que tinham acabado de entrar na universidade, ou seja, os calouros, e um deles caracterizava a vida do vestibulando e sua jornada como "solitária". Dizia que para o vestibulando não há muito com quem contar, que por muitas vezes havia a necessidade de se sofrer só, entendendo que o resultado lá na frente é responsabilidade dele, e somente dele.

Me lembro de minha tia, hoje já formada em medicina e tudo mais, falando que na época em que fez o vestibular tinha sempre na mente o pensamento: "agora sou só eu e Deus". Ou seja, ninguém mais poderia ajudá-la, salvo os "empurrõezinhos" e palavras de incentivo da família, dos amigos; mas na maioria do tempo ela só podia contar com ela mesma e que dependia dela, e unicamente dela.

Hoje, debruçado em livros, exercícios, leituras, em um mês que muito geralmente se escolhe para descansar e descarregar as energias, vejo que as realidades destes que alcançaram o seu objetivo são mui próximas das minha realidade. Ano passado talvez eu não sentisse isso com a mesma intensidade que eu sinto hoje. Afinal de contas, esse ano eu resolvi me despojar mais de certos desejos para me dedicar para o vestibular. Há quem diga que eu deveria tê-lo feito logo no ano passado, mas Deus me encaminhou para mais um ano de luta, que está me servindo como ano de aprendizado para a vida, para toda a minha vida.

Perceber a solidão que o vestibulando sente em tantas etapas da grande jornada de um ano inteiro é algo que de uma certa forma me conforta. Eu sinto que a recompensa é muito grande. Que a recompensa vai ser muito grande lá na frente. Diferente de tudo que eu já senti nos outros anos, esse ano eu sinto a confiança em Deus crescendo dentro de mim de uma forma muito intensa. Acredito que esse ano também está me conduzindo a confiar e a descansar mais Nele.

De vez em quando, sinto meu coração pressionado, cheio de angústia, de incerteza; me bate um desespero. Ano passado eu vivia navegando nesses mares de desespero. Eu não navegava, eu afundava; por muita vezes me afogava. Mas esse ano, quando eu percebo que a afronta se aproxima, quando eu sinto o meu coração oprimido, quando eu vejo minha inteligência e o meu conhecimento sendo esmagados por uma série de circunstâncias, eu respiro fundo e deposito minha confiança em Deus. Lanço sobre ele toda a minha angústia, e Ele me consola. Ele tem me consolado.

A distância da família, dos amigos, das pessoas que eu mais amo; a percepção de que pouco a pouco perdemos aquele amparo efetivo e direto daqueles que cuidam da gente desde as fraudas; a ampliação dos nossos horizontes, revelando-nos o vasto mundo que temos aí pela frente, cheio de descobertas, cheio de perigos, cheio de coisas boas, cheio de coisas más; tudo isso se junta e nos desconserta em certos momentos, mas graças a Deus, graças ao amor daqueles que nunca deixam de cuidar de nós, graças às orações e torcidas daqueles que acreditam em nós, nasce sempre a vontade de caminhar mais longe, de alcançar grandes coisas, a começar pelo pouco e juntando para o muito.

É julho. É mês de férias, é tempo de descanso para muitos. Para mim, é tempo de permanecer na dedicação, continuar persistindo, de lutar contra o cansaço, de receber de Deus a energia que muitas vezes me falta, de estudar, de pensar e repensar e continuar pensando. De permanecer existindo. E - já disse? - persistindo. Sempre.

N'outro breve tempo retorno. Até lá.

Odir Macêdo Neto.

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Exercitando a Criatividade ("diz que...")

Posted by Odir Macêdo Neto on 22:50 in
Belém, 4 de julho de 2009. (independence day! ¬¬)

Vagando entre as idéias de julho, me entupindo com estudo de filosofia, sociologia e demais, me alimentando com a presença do Pai, me divertindo com as coisas que um bom programa de edição pode me proporcionar... Enfim: vivendo julho; vivendo mías vacaciones. Eis que resulta num post enchimento-de-linguiça (agora sem trema!!!).





Tchau. Vejo-te n'outro tempo, camarada!

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"Vamos ser provados..."

Posted by Odir Macêdo Neto on 20:33 in ,
Belém, 21 de junho de 2009.

Sem comentários... Só assistam. Assista.



Hasta otro tiempo, hermanos!

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Parabéns pra quem ama!

Posted by Odir Macêdo Neto on 22:41 in ,
Belém, 12 de junho de 2009.


Feliz 12 de junho a todos os casais apaixonados!

Até.

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Reflita. Só reflita. Mas não pense!

Posted by Odir Macêdo Neto on 23:21 in , , ,
Belém, 8 de junho de 2009.


A Desgraça nunca vem sozinha, e a Felicidade é besta: se manifesta com qualquer coisinha.

É só parar pra analisar. Quando acontece algo de ruim, instantaneamente mais coisas ruins aparecem. E isso é uma verdade? Não. É que nós somos tentados a olhar sempre para o que não presta, para o que estraga o nosso dia, para o que nos faz mal.

Então mudo a frase: não é que ela [a Desgraça] venha sempre acompanhada, mas é que nós nunca chamamos ela sozinha; sempre queremos MAAAIS.

A Felicidade é besta também. É só parar para analisar: trata de encher essa geladeira pra tu "vê" se o povo não vai "ficá" todo contente! Não é bem a felicidade, é mais uma alegriazinha. Mas que ela aparece por motivos bem bestinhas, ela aparece. Isso deve acontecer para compensar o fato de a Desgraça nunca vir sozinha. Afinal, pense só: A Desgraçada vem acompanhada, mas é só aparecer a Felicidadezona Monstra e pronto, tudo fica bem. =)

É. Trate de encher a geladeira: logo, logo, tudo vai melhorar. =D

Foi só um tempo pra falar qualquer coisa. Enjoy!

Hasta la vista! Hasta otro tempo! E tá triste: encha a geladeira! Senão, bote a cabeça pra dentro dela e espere o ponto hipotermia. Até.

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Um tempo

Posted by Odir Macêdo Neto on 20:57 in
Belém, 24 de maio de 2009

Oi, pessoas.

Só pra constar: esse é um tempo que eu gosto muito: estar com os amigos: Luna, Ceiça, Denisson, Brígida, Thamys.

Vemo-nos em outro tempo.
Abraços.

P.S.: Feliz Aniversário, Luna Araújo.
P.P.S.: Festa daquele jeito... pra nunca mais! (Brincadeira. Faria tudo de novo.)

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As 27 Dicas

Posted by Odir Macêdo Neto on 00:56 in
Belém, 20 de maio de 2009.

Oi, povo!

Estou extremamente atarefado nos últimos dias com os estudos e preparando um mega-post pra cá. Mas, como é deveras cruel abandonar um blog ao relento, à poeira e à falta de acessos, inclusive meus, encontrei um texto mui interessante no blog Crente & Nerd, e achei que valia a pena transferi-lo a cá. Vale a pena dar uma acessada lá, também. Esse eu recomendo. Deixando o lero-lero de lado, vamos ao texto.

- 27 dicas para escrever bem -

1. Vc. deve evitar abrev., etc.
2. Desnecessário faz-se empregar estilo de escrita demasiadamente rebuscado, segundo deve ser do conhecimento inexorável dos copidesques. Tal prática advém de esmero excessivo que beira o exibicionismo narcisístico.
3. Anule aliterações altamente abusivas.
4. “não esqueça das maiúsculas”, como já dizia dona loreta, minha professora lá no colégio alexandre de gusmão, no ipiranga.
5. Evite lugares-comuns assim como o diabo foge da cruz.
6. O uso de parênteses (mesmo quando for relevante) é desnecessário.
7. Estrangeirismos estão out; palavras de origem portuguesa estão in.
8. Chute o balde no emprego de gíria, mesmo que sejam maneiras, tá ligado?
9. Palavras de baixo calão podem transformar seu texto numa merda.
10. Nunca generalize: generalizar, em todas as situações, sempre é um erro.
11. Evite repetir a mesma palavra, pois essa palavra vai ficar uma palavra repetitiva. A repetição da palavra vai fazer com que a palavra repetida desqualifique o texto onde a palavra se encontra repetida.
12. Não abuse das citações. Como costuma dizer meu amigo: “Quem cita os outros não tem idéias próprias”.
13. Frases incompletas podem causar
14. Não seja redundante, não é preciso dizer a mesma coisa de formas diferentes; isto é, basta mencionar cada argumento uma só vez. Em outras palavras, não fique repetindo a mesma idéia.
15. Seja mais ou menos específico.
16. Frases com apenas uma palavra? Jamais!
17. A voz passiva deve ser evitada.
18. Use a pontuação corretamente o ponto e a virgula especialmente será que ninguém sabe mais usar o sinal de interrogação
19. Quem precisa de perguntas retóricas?
20. Conforme recomenda a A.G.O.P.R. nunca use siglas desconhecidas.
21. Exagerar é cem bilhões de vezes pior do que a moderação.
22. Evite mesóclises. Repita comigo: “mesóclises: evitá-las-ei!”
23. Analogias na escrita são tão úteis quanto chifres numa galinha.
24. Não abuse das exclamações! Nunca! Seu texto fica horrível!
25. Evite frases exageradamente longas, pois estas dificultam a compreensão da idéia contida nelas, e, concomitantemente, por conterem mais de uma idéia central, o que nem sempre torna o seu conteúdo acessível, forçando, desta forma, o pobre leitor a separá-la em seus componentes diversos, de forma a torná-las compreensíveis, o que não deveria ser, afinal de contas, parte do processo da leitura, hábito que devemos estimular através do uso de frases mais curtas.
26. Cuidado com a hortografia, para não estrupar a língüa portuguêza.
27. Seja incisivo e coerente, ou não.

Abraços e nos vemos em outro tempo (com o mega-post do Odir).

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Meu Conclave

Posted by Odir Macêdo Neto on 12:40 in ,
Belém, 04 de maio de 2009.

"
Conclave (do latim 'cum clave', que significa 'com chave') é a reunião em clausura muito rigorosa dos cardeais aquanto da eleição do Papa. Os cardeais permanecem incomunicáveis com o exterior até haver um Papa escolhido."

Gente, é terrível o quão grande é a duração do infinito. Mas talvez eu consiga aproximar-me disto... Estou desde o dia 30 de abril sem sair de casa, e hoje já são 4 de maio, sendo que só vou poder sentir o ar externo amanhã, 5 de maio.

Sem sustos! Não é bem uma reclusão voluntária, umas férias desejadas, uma exclusão do mundo exterior, um jejum da vida de lá fora em busca do conhecimento da vida de cá dentro, nem uma revolta com o sistema, uma greve contra o capitalismo, ou uma preguiça indescritível. São causas bem maiores do que estas.

Ao início deste ano, no início das minhas férias em Macapá, após analisar algumas importantes evidências, que não vem a calhar citá-las, exames e mais exames, e uma crise de dor insuportável, concluíram que eu tinha um problema com cálculos renais (dois, para ser mais preciso). Correndo atrás do prejuízo, consultei alguns médicos, fiz alguns outros tantos exames e retornei a Belém, por motivos de força maior, com a esperança de me livrar do cálculo de forma natural e com o temor de ser acometido de mais uma crise de dor insuportável.

Eis que o pior me veio. Além de não ter expelido a pedra, com a ajuda de medicamentos e muitos goles de água, senti as dores do cálculo (do parto). De madrugada, sozinho em casa, sem ninguém pra ligar e sem coragem para fazê-lo. Na verdade, até que tinha gente pra me acudir nessa hora, mas a coragem de ligar é que faltava. Não era bem um orgulho! Mas uma vergonha em incomodar... Frescuras à parte, sofri sozinho. Nossa! Que dramalhão! Dá até vontade de pensar na possibilidade de deixar escorrer um pingo de dó através de lágrimas pelos olhos. Como já disse, frescuras à parte, foi assim.

Recuperado do susto, refiz o meu caminho em busca de ajuda médica. Depois de encontrar, fiz outros exames, corri atrás de uma papelada, esperei pela boa vontade de terceiros, fui escravo da burocracia, exercitei a minha paciência, tentei poupar as minhas unhas do meu nervosismo, e por fim...: marcamos o dia da cirurgia para retirar o cálculo.

Antes que haja gritos, para os desavisados, o procedimento é feito sem cortes ou bisturis. Chama-se ureterolitotripsia. Parece um assunto um tanto quanto complicado para se tratar em blog sem fins médicos, apesar de eu estar estudando para essa área, mas não vejo necessidade para detalhá-lo. Entretanto, como cara esclarecido e que quer ser esclarecido e que é dono de um blog com qualidade e que quer ter qualidade, busquei algumas informações através desses Google's da vida e encontrei uma boa citação:

"A ureteroscopia e a ureterolitotripsia transureteroscópica têm sido cada vez mais utilizadas, graças ao aperfeiçoamento dos ureterorrenoscópios, a partir do início da década de oitenta. De todas as ureteroscopias realizadas, 94% se dirigem ao tratamento de cálculos ureterais. O ureterorrenoscópio rígido se presta mais ao tratamento de cálculos ureterais até a altura das artérias ilíacas, enquanto o ureterorrenoscópio flexível tem mais utilidade para tratamento de cálculos localizados no ureter proximal e rim."
Fonte: Sociedade Brasileira de Urologia
in: http://www.projetodiretrizes.org.br/5_volume/40-Ureteroscopia.pdf

Quem continua sem entender nada, levanta a mão! \o/

Continuando... Fiz a tal da ureterolitotripsia transureteroscópica (hehehe, nomezin difícil!). E estou, como já disse, em um período de reclusão. Um período de repouso, o chamado pós-operatório. Tomando alguns cuidados comigo mesmo, tomando alguns medicamentos, tomando uns quantos litros de água por hora, assim tem sido esse meu período de conclave.

A estranheza disso tudo, o mais importante disso tudo, o que realmente me motiva a vir aqui postar, ou seja, o tutano desse post, é que eu tenho passado por um momento um tanto quanto perturbador em minha vida por conta disso. Perturbador porque... Já se imaginou vivendo uma semana recluso às quatro paredes da sua casa? Já se imaginou vivendo sete dias sem fazer aquilo que você habitualmente faz? Tá certo que pra isso existem as férias, mas pelo menos nas férias, você faz aquilo que gosta, ou pelo menos parte daquilo que gostaria de fazer. Então... Já se imaginou vivendo sete dias sem poder fazer aquilo que você realmente quer fazer, sem poder fazer aquilo que você tem que fazer, ou seja, as suas obrigações, e sem poder sair de casa nem para comprar um pão ali na panificadora da esquina?

Acho que deve existir gente que já fez, ou já passou por algo parecido. Então, companheiros de repouso obrigatório, acompanhem-me nas minhas idéias: o que deve passar pela cabeça de um cara que fica trancado em casa por sete dias?! Na verdade, o que deve ter passado pela cabeça de Odir Macêdo Neto?

A resposta? Nada! Exatamente isso, caros amigos. Nada! Na verdade, muita coisa, mas uso Nada como força de expressão. Afinal, quando se está em casa sem fazer nada, sem poder fazer muita coisa, e impossibilitado de fazer o que gosta, só resta pensar. E pensar quando não há opção, acaba sendo cansativo. Pensar deve ser necessidade, deve ser prazer, deve ser gostoso, deve ser um gosto, um hobbie, e não uma segunda opção. Se bem que nos dias atuais, com tanta coisa pra fazer, pensar acaba se tornando a sétima opção. Ou nona. Melhor..., a décima segunda. Não creio, acho que lá pra vigésima sexta depois de repetir umas sete vezes a vigésima quinta. Enfim, entendem o que digo? Creio que sim... Resumindo, pensando ou não, acaba sendo nada.

Descartando um pouco os exageros, peculiares à minha forma de expressão, devo dizer que fiz até alguma coisa e que pensar nem foi assim, a única opção por falta de outras. Estudei, é, isso eu fiz. Mas, estudar, principalmente aquilo que a gente não gosta muito, é chato. Vou ser sincero, é chato demais. Tá certo que o conhecimento nunca é demais, mas quando é degustado por livre e espontânea vontade, e não quando é empurrado na marra por livre e espontânea pressão, como costumam brincar. Desprezando isso, estudei o que tinha que estudar, e fiz algumas leituras, que acho que não teria feito, senão fosse a ureterolitotripsia.

Finalizando o post, a boa notícia é que havendo ou não gripe suína, assoprando ou não os ventos em São Paulo, caindo ou não o céu em cima dos "pób'véi" da Amazônia, vindo ou não o presidente iraniano fazer uma visita ao presidente de cá, terça-feira eu me liberto das amarras desse conclave. E retomo a minha vida, estudando e estudando e me dedicando a estudar, para no final do ano celebrar com Brígida, Denisson, Ceiça, Renatinha e derivados a aprovação. E isso é uma verdade... Acabando ou não o tradicional modelo de vestibular, essa é uma verdade.

Abraços a todos os que tem o dom divino da paciência e até outro tempo.

P.S.: Eu não vivi de estudar e nem de ler e nem de pensar e nem de me entupir de comida, porque agora eu nem posso mais. Usei e abusei da internet, assisti televisão e sorvi a cultura inútil que me rodeia e que tanto nos quer bem. Para mostrar um pouco disso e divertir um pouco mais, um vídeo do 15 Minutos da MTV, com o Marcelo Adnet. Uma piadinha gostosa sobre o Calypso daqui do Pará. Divirta-se e dance!




Tchau!

Odir Macêdo Neto.